A ponta do iceberg

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A ponta do iceberg

Por: Ricardo de Moura – 1º/07/23

Há 30 anos atrás, no dia 02 de julho de 1993, na piscina do Clube Internacional de Regatas, na cidade de Santos, Gustavo Borges estabelecia um novo recorde mundial para a prova de 100 metros nado livre (47,94), durante o Troféu José Finkel.

Cinco dias depois, no dia 7 de julho de 1993, em uma tentativa isolada com a presença de um gigantesco público, no mesmo local, uma equipe formada por nadadores brasileiros estabelecia um novo recorde mundial para a prova de 4×100 metros livre – Gustavo Borges/José Carlos Souza JuniorTeófilo Ferreira/Fernando Scherer – 3,12,11.

Esses dois fatos foram muito mais que recordes mundiais. Marcaram uma nova fase da natação brasileira.

A partir daí, foi sedimentado um apoio dos Correios que gerou duas décadas e meia de grandes resultados da natação brasileira. O impacto do projeto criou a expressão “Geração Correios”. Atletas, técnicos, gestão patrocinador/patrocinado, apresentou um resultado progressivo a cada temporada.

Esses recordes provocaram outros mais, durante a fase de patrocinio: 4×100 livre em piscina curta (dez/1993 e dez/1998), Kaio Marcio (50 borboleta/2005 e 200 borboleta/2009), Thiago Pereira (200 medley/2007), Etiene Medeiros (50 costas/2014).

De 1992 a 2016 foram conquistadas 10 medalhas olímpicas (9 na natação e 1 em maratonas aquáticas), 129 medalhas em Jogos Pan-Americanos (desde 1995 a natação é o esporte que mais conquista medalhas em J. PA), 22 medalhas em Campeonato Mundial de Longa, 41 medalhas em Campeonato Mundial de Curta, 742 medalhas em Copas do Mundo da Natação. O Brasil foi CAMPEÃO MUNDIAL DE NATAÇÃO EM 2014 (DOHA-CATAR).

O Brasil realizou, ainda, em 1995 o Campeonato Mundial de Piscina Curta, em Copacabana – 2º maior público da historia do evento, em 2005, no Rio de Janiero, o Campeonato Mundial Junior, realizou, também, 10 etapas da Copa do Mundo no Brasil (7 no Rio de Janeiro e 3 em Belo Horizonte).

O recorde mundial de 1993 mostrou que ninguém conseguiria fazer nada sozinho. Que seria necessária a integração patrocinador/patrocinado, dirigentes, clubes, técnicos, profissionais, entidades governamentais, comunidade.

Os incautos chamarão de sorte, mas é DEDICAÇÃO; os ignorantes chamarão de casualidade, mas é DISCIPLINA; os invejosos chamarão de acaso, mas é SACRIFÍCIO.

Enquanto os incompetentes falam, você TRABALHA…

Não foram só recordes mundiais: era só a ponta do iceberg…

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