O esporte na luta pela igualdade de gênero e na violência contra as mulheres

O esporte na luta pela igualdade de gênero e na violência contra as mulheres
Instituto Semente do Esporte
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O esporte na luta pela igualdade de gênero e na violência contra as mulheres

Gotas Olímpicas

Por: Ricardo de Moura

Data: 21/SET/2023

O Comitê Olímpico Internacional (COI) e a Organização das Nações Unidas (ONU) anunciam que continuarão a trabalhar em conjunto para maximizar o valor do esporte na definição de normas sociais e na obtenção de resultados de desenvolvimento sustentável que impactam diariamente a vida das mulheres e meninas.

A renovação do Memorando de Entendimento com a ONU Mulheres destaca a ação contínua tomada pelo COI, como líder do Movimento Olímpico, para promover a igualdade de gênero.

As reformas da Agenda Olímpica 2020 do COI ajudou a aumentar a representação feminina nas comissões do COI de 20 por cento em 2013 para 50 por cento em 2022. Da mesma forma, graças a estas reformas, cerca de 40 por cento dos membros do COI são agora mulheres. Isto representa um aumento de 21 por cento em relação a antes da Agenda Olímpica 2020.

Também, no campo de jogo, os Jogos Olímpicos de Paris 2024 serão os primeiros a alcançar a plena paridade de gênero, onde terá o mesmo número de vagas para atletas femininos e masculinos.

Além disso, o COI e a ONU Mulheres continuarão a desenvolver o programa Uma Vitória Leva a Outra (OWLA) , lançado pelas duas organizações como um programa legado dos Jogos Olímpicos Rio 2016, usando o esporte como ferramenta para prevenir a violência contra meninas. e mulheres no Brasil.

Replicado na Argentina como um legado dos Jogos Olímpicos da Juventude de Buenos Aires 2018, o programa está sendo ampliado através do Projeto Conjunto de Pontes para a Igualdade de Gênero através do Esporte em toda a América Latina, Caribe e Ásia-Pacífico.

O projeto visa apoiar organizações esportivas e de desenvolvimento comunitário, na utilização do esporte como ferramenta para promover a igualdade e prevenir a violência baseada no gênero.

A conferir.

Ricardo de Moura
Gestor esportivo com mais de 40 anos de experiência em Projetos Esportivos.
Supervisor/Superintendente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos por 28 anos.
Participou de 7 edições dos Jogos Olímpicos, 7 edições de Jogos Pan-americanos e 25 Campeonatos Mundiais. Responsável por projetos que levaram à conquista de 10 medalhas olímpicas na natação. Integrante do Comitê Técnico de Natação da Federação Internacional de Natação por 12 anos.
Secretário-tesoureiro da Confederação Sul-americana de Natação.
Professor do Curso Avançado de Gestão Esportiva do Comitê Olímpico Brasileiro de 2009 a 2017.
Escritor do livro “Gotas Olímpicas” – 2022.

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