Natação – Retrospectiva 2023 – Ano Feminino

Natação – Retrospectiva 2023 – Ano Feminino
Instituto Semente do Esporte
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Natação – Retrospectiva 2023 – Ano Feminino

Gotas Olímpicas

Por: Ricardo de Moura

Data: 27/DEZ/2023

Retrospectiva é uma coisa interessante. Na verdade, cada um pode ter uma versão. Vai lembrar aquilo que mais impactou no ponto de vista particular.

De uma forma geral, podemos relembrar alguns pontos importantes:

1- No ano de 2023 foram quebrados, na natalção,17 recordes mundiais em piscina longa, o maior número após 2009 (42), ano dos trajes tecnológicos.

2- O ano foi das mulheres: dos 17 recordes mundiais quebrados, 12 foram delas. Destaque para as australianas: 7.

3- Michael Phelps perdeu 3 recordes em 2023: o da prova de 400 m nado medley, que durou 15 anos, para o francês Leon Marchand (4,02,50 contra 4,03,84 de Phelps); o de maior número de medalhas de ouro em Campeonatos Mundiais (Katie Ledecky, USA, 16 contra 15 de Phelps) e o de maior número de medalhas em Campeonatos Mundiais (Sarah Sjoestrom, Suecia, 21 medalhas contra 20 de Phelps).

4- Daniel Wiffen, da Irlanda bateu o mais antigo recorde da natação em piscina curta, desde 2008, nos 800 m nado livre: 7,20,46. Foi o único recorde mundial em piscina curta em 2023.

5- Os dois melhores resultados técnicos do ano de 2023 foram: masculino – Leon Marchand,FRA, 400 m nado medley (4,02,50) e feminino – Eugeniia Chikunova, RUS, 200 m nado peito (2,17,55).

6- Mollie O´Callaghan (AUS) bateu o recorde mundial feminino mais antigo. Foi na prova de 200 m nado livre feminino (1,52,85), que era de Federica Pellegrini (ITA), desde 2009 (1,52,95).

7- A Australia conseguiu em 2023 o maior número de medalhas de ouro em Campeonatos Mundiais desde 2001 (13 contra 7 dos USA). O domínio na quantidade de medalhas continuou com os USA (38 contra 25 da Australia).

8- O Brasil deixou em 2023, um Mundial sem medalhas na piscina, pela primeira vez desde o Mundial de 2007, em Melbourne, na Austrália.

9- No Campeonato Mundial Junior de Natação 2023, realizado em Netanya, Israel, pela segunda vez na história, o Brasil terminou a competição sem medalhas.

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Ricardo de Moura
Gestor esportivo com mais de 40 anos de experiência em Projetos Esportivos.
Supervisor/Superintendente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos por 28 anos.
Participou de 7 edições dos Jogos Olímpicos, 7 edições de Jogos Pan-americanos e 25 Campeonatos Mundiais. Responsável por projetos que levaram à conquista de 10 medalhas olímpicas na natação. Integrante do Comitê Técnico de Natação da Federação Internacional de Natação por 12 anos.
Secretário-tesoureiro da Confederação Sul-americana de Natação.
Professor do Curso Avançado de Gestão Esportiva do Comitê Olímpico Brasileiro de 2009 a 2017.
Escritor do livro “Gotas Olímpicas” – 2022.

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