2024 – Um ano de sorte

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Instituto Semente do Esporte
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2024 – Um ano de sorte

Gotas Olímpicas

Por: Ricardo de Moura

Data: 02/JAN/2024

Sorte é quando a capacidade encontra-se com a oportunidade.

A comunidade esportiva aguarda com ansiedade o início dos Jogos Olímpicos de Paris, e, pela primeira vez, os nove dias de natação em alto nível (eram oito).

A natação é um dos esportes mais assistidos nos Jogos Olímpicos.

Sentar em frente à televisão e assistir aos melhores nadadores do mundo motiva o público e inspira alguns jovens a perseguirem seus objetivos.

Cada vez que chegam as Olimpíadas, as equipes dos clubes de natação ficam entusiasmadas porque muitas crianças sentem o desejo de começar a nadar e se desenvolver a nível competitivo. Assistir aos atletas olímpicos na TV faz um jovem nadador desejar ser a próxima grande estrela.

Sonhar em ser o próximo Leon Marchand, Katie Ledecky ou Kaylee McKeown e outros, ajuda a inspirar as gerações futuras.

A natação não é o esporte mais popular do planeta mas conseguiu produzir atletas entre os mais conhecidos no mundo do esporte como Michael Phelps e Mark Spitz.

Assistir a breves biografias de atletas para promover as Olimpíadas até comentaristas que compartilham as experiências dos nadadores, os espectadores acabam aprendendo mais sobre o esporte, seus ídolos, suas histórias e a importância da natação e do esporte na sociedade.

Em um nível mais amplo, assistir os nadadores olímpicos competirem, usando todo o seu potencial, lembra aos espectadores, em casa, a importância de aprender a nadar.

De acordo com a SOBRASA – Sociedade Brasileira de Salvamento, todos os anos no Brasil ocorrem cerca de 5.700 afogamentos por ano, o que equivale a mais de 15 afogamentos fatais por dia.

Enquanto os atletas olímpicos realizam seus sonhos e potencializam sua visibilidade, o esporte cresce com o aumento da publicidade, conquistando novos adeptos e demonstrando o quanto a natação pode ser, ao mesmo tempo, interessante, importante e inclusiva.

#natacao #afogamento #inclusao #visibilidade

Ricardo de Moura
Gestor esportivo com mais de 40 anos de experiência em Projetos Esportivos.
Supervisor/Superintendente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos por 28 anos.
Participou de 7 edições dos Jogos Olímpicos, 7 edições de Jogos Pan-americanos e 25 Campeonatos Mundiais. Responsável por projetos que levaram à conquista de 10 medalhas olímpicas na natação. Integrante do Comitê Técnico de Natação da Federação Internacional de Natação por 12 anos.
Secretário-tesoureiro da Confederação Sul-americana de Natação.
Professor do Curso Avançado de Gestão Esportiva do Comitê Olímpico Brasileiro de 2009 a 2017.
Escritor do livro “Gotas Olímpicas” – 2022.

Divulgação ISE – Reprodução autorizada pelo autor
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