Como vai ser?

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Como vai ser?

Gotas Olímpicas

Por: Ricardo de Moura

Data: 02/JUN/2024

Quais as chances de medalha da natação brasileira em Paris?

Observando os resultados da seletiva olímpica brasileira, organizadas no início de maio no Rio de Janeiro, e que nas duas últimas edições do Mundial de Natação, no Japão e nos Emirados Árabes Unidos, nenhum atleta brasileiro subiu ao pódio, as esperanças são pequenas.

Guilherme Costa, Guilherme Caribé e Maria Fernanda Costa são os pontos fortes da equipe.

A última medalha de um brasileiro em Campeonato Mundial foi o bronze de Guilherme Costa em Budapeste, em 2022. Guilherme é quem tem maiores chances de subir ao pódio nas Olimpíadas de Paris. Vai competir nos 200m e 400m livre.

Guilherme Caribé vai disputar os 50m livre e os 100m livre, prova principal do jovem de 21 anos, e pode garantir uma vaga na final, mas não está entre os favoritos à medalha.

Maria Fernanda Costa se consolidou nos últimos anos como o grande nome da natação feminina brasileira, e vem crescendo. Mafê disputou três finais na última Copa do Mundo e tem boas chances de terminar nos 200m livre e 400m livre em Paris.

A medalha, embora não seja impossível, é improvável neste momento.

Um ponto que chama a atenção é que, diferentemente de outros anos e da preparação de nadadores de outros países, os brasileiros limitaram significativamente sua participação nos torneios preparatórios internacionais.

A estratégia aplicada só poderá ser analisada após os Jogos de Paris.

Há o sentimento de uma perda significativa do conceito e do prestígio da modalidade. A situação oposta se aplica aos investimentos aplicados.

No ano dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) destinou um valor recorde para os esportes olímpicos – R$ 225 milhões, um aumento de 12% em relação a 2023 (R$ 201 milhões).

Este é o maior investimento na modalidade desde a criação do mecanismo, em 2001. Para auxílio aos treinamentos, preparação e contratação de profissionais para Paris, a CBDA recebeu R$ 11,299 milhões.

#natacao #esperança #expectativa #investimento #Paris2024

Ricardo de Moura
Gestor esportivo com mais de 40 anos de experiência em Projetos Esportivos.
Supervisor/Superintendente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos por 28 anos.
Participou de 7 edições dos Jogos Olímpicos, 7 edições de Jogos Pan-americanos e 25 Campeonatos Mundiais. Responsável por projetos que levaram à conquista de 10 medalhas olímpicas na natação. Integrante do Comitê Técnico de Natação da Federação Internacional de Natação por 12 anos.
Secretário-tesoureiro da Confederação Sul-americana de Natação.
Professor do Curso Avançado de Gestão Esportiva do Comitê Olímpico Brasileiro de 2009 a 2017.
Escritor do livro “Gotas Olímpicas” – 2022.

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