Yulia Efimova, 33 anos, nadadora russa, recordista mundial, campeã mundial e medalhista olímpica, continua a gerar atenção.
Em 2013, Efimova testou positivo para 7-ceto-DHEA.
Alegou má interpretação ao comprar um suplemento.
A FINA reduziu sua suspensão para 16 meses. Após cumprir a pena, retornou em 2015, conquistando o ouro nos 100 metros peito no Campeonato Mundial em Kazan.
Em 2016, foi novamente suspensa por meldonium.
A pena foi posteriormente suspensa, permitindo sua participação nos Jogos Olímpicos do Rio, onde recebeu autorização final pouco antes de sua prova.
Yulia conquistou medalha de prata em 2016, nos 100m e 200m peito. Ela já havia sido bronze em Londres, 2012, nos 200m peito.
Durante a pandemia de 2020, publicou um vídeo de treinamento em casa que alcançou milhões de visualizações.
Yulia foi 5º lugar na prova de 100m peito em Toquio, 2021.
Yulia, em 2024, foi a única nadadora da Rússia que aceitou (e ganhou) a condição de atleta neutra para competir na Olimpíada, não fez os índices de classificação e ficou de fora dos Jogos.
Ela participou de quatro edições dos Jogos Olímpicos (2008, 2012, 2016 e 2021) e acumula três medalhas olímpicas, duas pratas e um bronze.
Mais recentemente, Efimova aparece em uma publicidade para uma casa de apostas, sendo a primeira nadadora a participar de uma campanha nesse setor.
Ela também parece não integrar o time neutro russo no Mundial de Singapura.
O percurso de Efimova reflete discussões sobre regulamentação antidoping, reintegração de atletas, exploração da imagem em redes sociais e as polêmicas oportunidades comerciais no esporte.