Por uma coincidência, recebo dos amigos José Sacadura (um artigo sobre o futuro do esporte na Europa – Jornal Record – coluna Opinião, escrito por António José Silva, Presidente da Federação Europeia de Natação) e análise de Gino Degane (Evolução da Natação Europeia).
Um recente Fórum Europeu do Esporte em Cracóvia debateu o futuro do Modelo Europeu do Desporto (MED), e as preocupações levantadas são um espelho para a realidade brasileira.
Os 4 Grandes Desafios que nos Conectam:
Interferência Política: Tanto na Europa quanto no Brasil, a política ainda tenta controlar as entidades esportivas, minando a autonomia e a integridade.
Mercantilização: O lucro cego ameaça os valores do esporte e marginaliza modalidades menos populares. Uma realidade dolorosa aqui e lá.
Ameaças ao Antidoping: A independência dos órgãos de controle é FUNDAMENTAL, mas governos ainda tentam influenciar, colocando em risco a credibilidade.
Declínio do Voluntariado: A base de muitos esportes está em risco pela falta de reconhecimento e apoio aos voluntários, um problema crônico no Brasil.
Por Que Proteger o Esporte?
Não é só sobre medalhas! O esporte é vital para:
Saúde: Combate doenças e promove bem-estar mental.
Economia e Emprego: Gera riqueza e milhões de postos de trabalho.
Inclusão e Valores: Quebra barreiras, integra comunidades e fortalece princípios como fair play e democracia.
Por aqui, pouca ou nenhuma ação, nem mesmo para uma discussão.
O Brasil precisa se inspirar.
Para fortalecer nosso esporte, é essencial aumentar o financiamento, garantir boa governança (sem política!), apoiar a base e o bem-estar dos atletas, e valorizar o esporte como setor estratégico.
Se a Europa busca um realinhamento vital, o Brasil também precisa de sua própria revolução para que o esporte cumpra seu papel social plenamente.
O que você acha que é o passo mais urgente para o esporte brasileiro?