O problema não é falta de talento feminino, mas a ausência de um planejamento sério e critérios de seleção falhos.
A resposta não está em “vagas mínimas”, mas em investir pesado na base e em programas que elevem o nível das nossas nadadoras para que elas brilhem por mérito!
O erro está nos Critérios, não nas Convocações!
É um ciclo vicioso: CBDA e CBDU publicam critérios, a comunidade se cala, e só depois, com seleções desequilibradas (tipo 12 homens na universitária ou 1 mulher na seleção júnior), explodem os protestos.
Esse silêncio prévio, já várias vezes alertado, é inaceitável.
A Lição do Passado: Onde Está o Sucesso de 2012?
Lembram de Etiene Medeiros, nossa campeã mundial? Ela é fruto de um programa feminino da CBDA de 2012 que provou: investimento e foco direcionado geram resultados CONCRETOS! Se deu certo antes, por que não agora?
Revezamentos: Ignorar é Perder Oportunidades!
Além da questão feminina, há outro erro GIGANTE: a não priorização dos revezamentos! É ali que o Brasil tem chances reais de classificação e medalhas em Mundiais. Ignorar essa estratégia custa caro para a delegação inteira!
O Que Fazer Agora? FOCO NO ALTO RENDIMENTO!
Não basta reclamar depois. Precisamos de:
Programas de desenvolvimento robustos para a natação feminina, focando em qualidade e alto rendimento.
Critérios de convocação transparentes, estratégicos e eficientes, abertos à discussão ANTES de serem definidos, e que valorizem o potencial dos revezamentos.
Investimento real na base, para que atletas de ambos os gêneros compitam no mais alto nível por mérito, sem debates sobre cotas.
É hora de as entidades mostrarem um planejamento sério para o desempenho máximo de TODO o Brasil na água.