Por décadas, o polo aquático e a natação artística dominavam a cenário dos esportes aquáticos na Grécia.
Mas em 2021, Kiriakos Giannopoulos, um ex-jogador de polo aquático, assumiu a liderança da Federação Helênica de Natação e mudou o jogo para sempre.
A trajetória de Giannopoulos prova algo fundamental: a boa gestão não depende do esporte de origem ou do local de onde o gestor veio.
O que realmente importa é ter competência, visão estratégica, conhecimento, atitude e vontade política para fazer acontecer.
Foi exatamente isso que Giannopoulos trouxe para a natação grega.
Em 2024, Apostolos Christou conquistou a primeira medalha olímpica da Grécia na natação desde 1896: medalha de prata nos 200m nado costas.
O país ainda conquistou:
Campeonato Europeu de Esportes Aquáticos de 2020: 1 medalha de ouro e 2 de bronze.
Campeonato Europeu de Natação em Piscina Curta de 2021: 1 medalha de ouro, 2 de prata e 2 de bronze.
Campeonato Europeu de Esportes Aquáticos de 2022: 1 medalha de ouro, 1 de prata e 1 de bronze.
Campeonato Europeu de Natação em Piscina Curta de 2023: 1 medalha de ouro e 4 de bronze.
Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 2024: 1 medalha de bronze.
Campeonato Europeu de Esportes Aquáticos de 2024: A Grécia ficou em 2º lugar no quadro de medalhas com 17 medalhas no total.
Novos talentos como Apostolos Siskos, Stergios Bilas, Georgia Damasioti e Vangelis Makrygiannis brilharam pela primeira vez.
Europeu Sub-23 2025: Mais ouros para Damasioti, Siskos e Artemis Vasilaki.
Essa é a prova de que a visão e o investimento nos jovens talentos transformam um esporte.
A natação grega não é mais um coadjuvante; ela está no centro das atenções, pronta para novas conquistas.
Que a Grécia sirva de inspiração para outros gestores.