Pedras no meio do caminho de Paris

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Instituto Semente do Esporte
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Pedras no meio do caminho de Paris

Gotas Olímpicas

Por: Ricardo de Moura

Data: 05/OUT/2023

Os atletas que são escolhidos para ir aos Jogos Olímpicos são os melhores de seu país.

No entanto, participar dos Jogos e ganhar medalhas nos Jogos são duas coisas diferentes.

O momento é da razão, mais que a emoção. Os próximos resultados e participação nas competições de natação, serão decisivos para o resultado em Paris.

Mundial de Doha, fevereiro de 2024. No meio do ciclo de treino pré-olímpico, espera-se que uma grande percentagem de nadadores de elite falte à competição para se concentrarem na preparação olímpica.

Títulos e medalhas mundiais estarão em jogo, mas muitos atletas e treinadores provavelmente optarão por abrir mão dessas oportunidades e priorizar as Olimpíadas, evento de maior prestígio.

Para os nadadores brasileiros várias “pedras”: Jogos Pan-americanos, Troféu Finkel, Mundial de Doha, eliminatória olímpica e Jogos Olímpicos de Paris.

Não é só chegar lá. É COMO CHEGAR LÁ.
Periodização, descanso, foco.

Os Estados Unidos têm o maior número de nadadores de alto nível do mundo. Abdicaram de uma seletiva para Doha, não há obrigação do nadador participar e levarão um número muito menor que o regulamentar (28 em vez de 52).

Tudo em função de uma melhor eficiência nos Jogos Olímpicos.

Alguns nadadores brasileiros, que já possuem o índice de Paris, com possibilidades de pódio, já poderiam estar convocados e dispensados de algumas competições prévias a Paris. Foco!

Guilherme Costa é um deles.

#natacao #Paris2024 #estrategia #foco

Ricardo de Moura
Gestor esportivo com mais de 40 anos de experiência em Projetos Esportivos.
Supervisor/Superintendente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos por 28 anos.
Participou de 7 edições dos Jogos Olímpicos, 7 edições de Jogos Pan-americanos e 25 Campeonatos Mundiais. Responsável por projetos que levaram à conquista de 10 medalhas olímpicas na natação. Integrante do Comitê Técnico de Natação da Federação Internacional de Natação por 12 anos.
Secretário-tesoureiro da Confederação Sul-americana de Natação.
Professor do Curso Avançado de Gestão Esportiva do Comitê Olímpico Brasileiro de 2009 a 2017.
Escritor do livro “Gotas Olímpicas” – 2022.

Divulgação ISE – Reprodução autorizada pelo autor
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