Jovens visando Paris 2024

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Instituto Semente do Esporte
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Jovens visando Paris 2024

Gotas Olímpicas

Por: Ricardo de Moura

Data: 16/DEZ/2023

Seja em piscina longa (50 m), piscina curta (25 m) ou em piscina de jardas (25 jardas), os nadadores mais jovens ganham destaque internacional.

O já conhecido Luka Mijatovic (USA) de 14 anos, vem quebrando recordes americanos de forma sucessiva nas faixas etárias (Age Group), e acaba de bater o recorde de 13 a 14 anos nas 400 jardas nado medley, com 3:49,32. Ele se tornou o nadador americano mais jovem a baixar de 3:50, durante os SECIONAIS DE HUNTINGTON BEACH.

Um dos torneios de juniores em piscina curta mais rápidos do mundo, o Ontario Junior International (OJI), que está sendo realizado no Toronto PanAm Sports Centre (CAN), tem registrado vários recordes nacionais de canadenses e nadadores da Grã-Bretanha, nas faixas etárias menores.

Destaque para uma das maiores jovens estrelas da Grã-Bretanha, a nadadora de longa distância de 14 anos Amelie Blocksidge, que nadou 15m48s49 nos 1500 m nado livre feminino.

Isso torna mais complexa ainda uma análise sobre o futuro da natação. Muitos, como já tem sido discutido neste espaço, conseguem resultados expressivos nas classes menores sem, contudo, chegar com força ao alto nível.

A maioria só consegue olhar seu próprio espaço, sem ampliar o horizonte de avaliação. E acabam influenciando, de forma equivocada, a visão de pais e da própria comunidade.

Mesmo sendo um bom resultado, olhar o periférico do que ocorre no mundo, é sempre interessante e pode servir como inspiração.

Pode ter sempre alguém melhor com a mesma idade ou, ainda, mais jovem.

Por exemplo, o bom resultado de Beatriz Bezerra, nos 100 m nado borboleta junior I feminino, no Campeonato Brasileiro Junior – 58,99, a coloca em 92ª posição no Ranking Mundial de 2023.

No mesmo ranking, o melhor tempo na faixa etária de Beatriz (2006) é da nadadora da Bosnia Herzegovina, lana Pudar (10 o lugar – 56,95).

Ainda, melhores que Beatriz: 2009 – Coreia (58,94); 2007 – Japão (58,03) e Dinamarca (58,35) e 2006 – Lana (56,95); USA (57,59); CAN (57,86) e USA (58,29).

#natacao #agegroup #analise #Paris2024

Ricardo de Moura
Gestor esportivo com mais de 40 anos de experiência em Projetos Esportivos.
Supervisor/Superintendente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos por 28 anos.
Participou de 7 edições dos Jogos Olímpicos, 7 edições de Jogos Pan-americanos e 25 Campeonatos Mundiais. Responsável por projetos que levaram à conquista de 10 medalhas olímpicas na natação. Integrante do Comitê Técnico de Natação da Federação Internacional de Natação por 12 anos.
Secretário-tesoureiro da Confederação Sul-americana de Natação.
Professor do Curso Avançado de Gestão Esportiva do Comitê Olímpico Brasileiro de 2009 a 2017.
Escritor do livro “Gotas Olímpicas” – 2022.

Divulgação ISE – Reprodução autorizada pelo autor
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