Guilherme Caribé ganha a prata no mundial de curta

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Instituto Semente do Esporte
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Guilherme Caribé ganha a prata no mundial de curta

Gotas Olímpicas

Por: Ricardo de Moura

Data: 12/Dez/2024

O nadador brasileiro Guilherme Caribé conquistou a medalha de prata no Campeonato Mundial de piscina curta, em Budapeste (HUN), na prova de 100m nado livre, com 45,47.

Caribé, que estuda e treina nos USA, executou muito bem os fundamentos de saída, virada, nado submerso e chegada, que garantiram a medalha de prata.

O vencedor foi o americano Jack Alexy com 45,38. O 3º colocado, Jordan Crooks, das Ilhas Cayman, treina na mesma equipe universitária de Guilherme, no Tennessee.

Summer McIntosh (CAN), 18 anos, bateu o recorde mundial na prova de 200m nado medley (1,59,32). Nas eliminatórias, ela já havia batido o recorde mundial junior (2,01,96).

Ilya Kharun (CAN), 19 anos, medalhista de bronze nos 100m e 200m borboleta nos Jogos Olímpicos de Paris, venceu a prova de 200m nado borboleta masculino com recorde de campeonato, com 1,48,24.

A China venceu as duas provas de peito, 100 metros, na versão feminina e masculina, com Qianting Tang, (1,02,38) e Qin Hayiang (55,47 – recorde de campeonato).

Os demais brasileiros que nadaram na noite de finais do 3º dia foram: Guilherme Basseto – semifinais 50m nado de costas (14º lugar – 23,30); Nicolas Albiero (200m nado borboleta – 7º lugar – 1,50,97); Fernanda Celidonio (100m nado medley – 15º lugar – 59,58); Caio Pumputis (100m nado medley – recorde sul-americano – 5º lugar – 51,76); Leonardo Santos (100m nado medley – 12º lugar – 52,66); 4x200m nado livre feminino (8º lugar – 7,46,76 – recorde sul-americano).

Gretchen Walsh (USA) bateu mais um recorde mundial. Desta vez nos 100m nado medley, com 55,71. Ela havia vencido, pouco antes, os 100m nado livre com 50,31 – recorde de campeonato.

A equipe americana do revezamento 4x200m nado livre feminino venceu com novo recorde mundial (7,30,13).

Fernanda Celidonio foi a primeira nadadora brasileira a baixar a barreira do minuto na prova de 100m nado medley e bateu duas vezes o recorde sul-americano (59,78 – eliminatórias e 59,58 nas semifinais).

Mafe Costa, na abertura do revezamento, estabeleceu nova marca sul-americana nos 200m nado livre – 1,54,22.

Palavras chave: Natação; Brasil; Mundial; Medalha.

Ricardo de Moura
Gestor esportivo com mais de 40 anos de experiência em Projetos Esportivos.
Supervisor/Superintendente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos por 28 anos.
Participou de 7 edições dos Jogos Olímpicos, 7 edições de Jogos Pan-americanos e 25 Campeonatos Mundiais. Responsável por projetos que levaram à conquista de 10 medalhas olímpicas na natação. Integrante do Comitê Técnico de Natação da Federação Internacional de Natação por 12 anos.
Secretário-tesoureiro da Confederação Sul-americana de Natação.
Professor do Curso Avançado de Gestão Esportiva do Comitê Olímpico Brasileiro de 2009 a 2017.
Escritor do livro “Gotas Olímpicas” – 2022.

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